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Semed realiza a Jornada Pedagógica 2021 com o tema Ensino híbrido e a nova sala de aula

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Em 2021, a Secretaria Municipal de Educação (Semed) inicia suas atividades pedagógicas anunciando a continuidade das aulas no regime não presencial, devido à pandemia do novo coronavírus, como também algumas novidades para a garantia de uma educação com mais qualidade.

Oficialmente, o ano letivo tem início com a Jornada Pedagógica, que este ano aborda o tema “Ensino híbrido e a nova sala de aula”. O evento está sendo online e começou a terça-feira, 26, com uma live de abertura, que ocorrereu às 8h30.

“A Jornada Pedagógica é um espaço de reflexão, aprendizagem e troca de saberes. É onde os nossos professores, coordenadores, diretores e equipe técnica da Semed traçam metas para os desafios do ano letivo que se inicia”, declara José Leal Nunes, secretário de Educação, ao falar também sobre a adesão pela Semed a uma plataforma educacional que irá proporcionar mais interação e qualidade ao ensino não presencial.

A Jornada contará com palestras e formação continuada para gestores, coordenação e professores, além de oficinas de uso das principais ferramentas da nova plataforma.

“Ela foi idealizada a partir das necessidades e sugestões de professores, pais e alunos. As novas tecnologias e formas de comunicação já mudaram, agora será nossa realidade na educação. Para tal, nosso planejamento inicial será focado na migração do ensino não presencial para o híbrido, utilizando as tecnologias disponíveis”, afirma Margarida de Queiroz, técnica pedagógica da Semed, que conduzirá a oficina “Ferramentas digitais para a educação”.

 

FONTE: Assessoria de Comunicação – Ascom/PMP

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Pré-matrícula para a rede estadual de ensino ocorrerá entre 14 de dezembro e 9 de janeiro

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A Secretaria de Estado de Educação (Seduc) estará disponível para atender as demandas de pré-matrícula que se iniciam na próxima segunda-feira, 14 de dezembro, e seguem até 9 de janeiro de 2021. Neste momento, a demanda é exclusiva para alunos que ainda não fazem parte da rede estadual de ensino. A expectativa é de que a oferta para este ano fique entre 100 mil a 166 mil novas vagas. A rede atende, atualmente, 576 mil alunos nas 927 escolas em todas as regiões do Pará

O processo de pré-matrícula ocorre no site www.seduc.pa.gov.br, de segunda a domingo, ou por meio da Central de Atendimento 08002800078, das 8 às 18 horas, de segunda a sexta-feira. Logo após o encerramento da fase de pré-matrícula, a Seduc fará a etapa de confirmação da matrícula.

Os documentos necessários para a confirmação são: original e cópia da certidão de nascimento, da certidão do registro civil ou do RG, original e cópia do CPF e do comprovante de residência atual, duas fotos 3×4 recentes, carteira de vacinação (crianças); carteira de vacina (jovem) e cartão de vacina (adulto), Cadastro Único /CADUNICO – somente a cópia da folha da frente (folha resumo), além do original da ressalva ou do histórico escolar.

Em decorrência da pandemia do novo coronavírus, todos os alunos da rede estadual matriculados em 2020 serão rematriculados em 2021, na série subsequente. Caso o aluno queira ser transferido para outra escola, deverá procurar a secretaria da escola na qual está matriculado para fazer a referida solicitação.

CALENDÁRIO

– 14/12/2020 a 09/01/2021: Pré-matrícula novos alunos

– 11/01 a 02/02/2021: Período de confirmação das novas matrículas

– 11 a 15/01/2021: Confirmação de novos alunos com deficiência

– 18 a 25/01/2021: Confirmação de matrícula de novos alunos do 1º ao 9º ano do Ensino Fundamental; das turmas multisseriadas dos anos iniciais do Ensino Fundamental I; da 1ª a 4ª etapa da Educação de Jovens e Adultos (EJA) Fundamental, Saberes da Terra – Fundamental, Some Fundamental, Educação Infantil Indígena – Pré-Escola, Educação Indígena Ensino Fundamental I e II, e 1ª à 4ª etapa da EJA Fundamental Indígena, Ensino Médio Regular.

– 26/01 a 02/02/2021: Confirmação de matrícula dos alunos novos do Ensino Médio Regular (1º a 3º série); 1ª e 2ª etapas da EJA Médio, SEI, Some Médio, Ensino Médio EJA Campo, Educação Indígena Ensino Médio.

A partir do dia 03/02/2021 até o dia 03/03/2021 – Matrícula de novos alunos sem pré-matrícula, na própria escola, considerando o saldo de vagas remanescentes.

FONTE: https://agenciapara.com.br/noticia/23939/

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Enem 2020 – Novidades, datas e o que estudar?

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ENEM 2020

Provas do Enem 2020 serão aplicadas nos dias 1 e 8 de novembro. Antes, haverá aplicação de prova digital para 50 mil estudantes.

Enem 2020 terá como principal novidade as provas digitais
Enem 2020 terá como principal novidade as provas digitais
As primeiras informações sobre o Enem 2020 já foram divulgadas pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep). A grande novidade fica por conta da aplicação digital da prova.

As inscrições para o Enem 2020 deverão ser realizadas em maio, assim como no Enem 2019. O valor da taxa também permanece o mesmo do ano passado, R$ 85.

Edital do Enem 2020 já foi divulgado. Nele é possível consultar todas as datas e as regras do exame.

Datas do Enem 2020

Pedidos de isenção da taxa: 6 a 17 de abril
Justificativa de ausência para isenção de taxa: 6 a 17 de abril
Resultado dos pedidos de isenção e justificativa de ausência: 24 de abril
Inscrições: 11 a 22 de maio
Prazo para pagamento: 28 de maio
Provas digitais: 11 e 18 de outubro
Provas tradicionais: 1 e 8 de novembro
Gabarito provas tradicionais: 11 de novembro
Resultado: janeiro de 2021

Infográfico Enem 2020

Isenção de taxa do Enem 2020

Antes das inscrições abrirem, os estudantes de baixa renda poderão solicitar isenção da taxa de inscrição do Enem 2020. Os pedidos devem ser recebidos entre 6 e 17 de abril. No mesmo período, candidatos isentos no Enem 2019 que faltaram às provas poderão justificar ausência para obter o benefício novamente.

Saiba como pedir isenção de taxa do Enem

Veja também como justificar ausência 

Inscrição Enem 2020

As inscrições para o Enem 2020 serão recebidas entre os dias 11 e 22 de maio, somente pela internet, na Página do Participante. Quem não tiver cadastro no portal gov.br deverá fazê-lo antes de fazer a inscrição no Enem.

Para fazer a inscrição no Enem 2020 será preciso informar um CPF próprio, não sendo aceitos documentos de pai, mãe ou responsável. O estudante também precisará informar um número de celular e um endereço de e-mail.

Durante a inscrição no Enem, o sistema vai pedir que informe sua escolaridade, se necessita de atendimento especial, onde deseja fazer a prova e qual a opção de língua estrangeira (inglês ou espanhol). Ao final, cada participante terá que responder um questionário socioeconômico.

Veja passo a passo como fazer a inscrição no Enem

Provas do Enem 2020

As provas tradicionais do Enem 2020 serão aplicadas nos dias 1 e 8 de novembro, dois domingos consecutivos. O formato das provas será o mesmo do Enem 2019, com questões de Linguagens e Códigos, Ciências Humanas, Ciências da Natureza e Matemática, totalizando 180 itens, além da redação.

1º dia: Redação; 45 questões de Linguagens e Códigos; 45 questões Ciências Humanas
2º dia: 45 questões de Ciências da Natureza; 45 questões Matemática

Provas digitais

A maior novidade do Enem 2020 será a aplicação de provas digitais, ou seja, os estudantes poderão fazer o exame pelo computador. No primeiro ano da novidade, até 100 mil estudantes de 15 capitais irão fazer as provas digitais nos dias 11 e 18 de outubro.

A intenção do Ministério da Educação (MEC) é aumentar a cada ano a quantidade de participantes que farão as provas digitais, até elas substituírem totalmente as provas impressas em 2026. A medida visa, a longo prazo, reduzir custos de impressão.

Somente estudantes que já concluíram o ensino médio ou concluirão em 2020 poderão participar do Enem Digital 2020, ou seja, treineiros só poderão fazer as provas impressas. No ato de inscrição, o participante deverá escolher entre a prova impressa ou digital. Não será possível fazer as duas.

O que estudar para o Enem 2020

O Enem 2020 deverá ser a última edição do exame que seguirá a Matriz de Referência do Enem, que é a mesma desde 2009. A partir de 2021, como já adiantou o MEC, o exame sofrerá mudanças para se adequar ao Novo Ensino Médio.

O conteúdo da Matriz de Referência é extenso, por isso, é preciso se preparar para o Enem com antecedência. No entanto, alguns temas costumam cair com mais frequência.

Veja os temas que mais caem no Enem

Como estudar para o Enem 2020

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Coronavírus: o que se sabe sobre o novo vírus que surgiu na China

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A epidemia do novo coronavírus já deixou mais de 15 mil mortos. Mas por que este vírus está contaminando tantas pessoas? Abaixo, confira o que se sabe e o que ainda falta esclarecer sobre o coronavírus:

  1. Qual é a origem do vírus?
  2. Onde surgiram os primeiros casos?
  3. O que é responsável pela transmissão?
  4. Onde estão as infecções?
  5. Onde ocorreu a primeira morte?
  6. Como ocorre a transmissão?
  7. Quais são os sintomas?
  8. É um vírus que vem pra ficar ou vai ‘desaparecer’?
  9. Há vacina disponível?
  10. Qual é o status de transmissão entre países?

1. Qual é a origem do vírus?

O novo vírus é apontado como uma variação da família coronavírus. Os primeiros foram identificados em meados da década de 1960, de acordo com o Ministério da Saúde.

O nome do vírus não foi definido pela organização. Temporariamente, recebeu a nomenclatura de 2019-nCoV.

A doença provocada pela variação originada na China foi nomeada oficialmente pela Organização Mundial de Saúde (OMS) como COVID-19, em 11 de fevereiro. Ainda não está claro como ocorreu a mutação que permitiu o surgimento do novo vírus.

Outras variações mais antigas de coronavírus, como SARS-CoV e MERS-CoV, são conhecidas pelos cientistas. Eles também chegaram aos humanos por contato com animais: gatos, no caso da Sars, e dromedários, no vírus Mers.

2. Onde surgiram os primeiros casos?

A OMS emitiu o primeiro alerta para a doença em 31 de dezembro de 2019, depois que autoridades chinesas notificaram casos de uma misteriosa pneumonia na cidade de Wuhan, metrópole chinesa com 11 milhões de habitantes, sétima maior cidade da China e a número 42 do mundo. O tamanho é comparável com a cidade de São Paulo, que tem mais de 12 milhões de habitantes.

O surto inicial atingiu pessoas que tiveram alguma associação a um mercado de frutos do mar em Wuhan – o que despertou a suspeita de que a transmissão desta variação de coronavírus ocorreu entre animais marinhos e humanos. O mercado foi fechado para limpeza e desinfecção.

3 . O que é responsável pela transmissão?

Ainda não se sabe como se deu a primeira transmissão para humanos. A suspeita é que tenha sido por algum animal silvestre. O tipo de animal e forma como a doença foi transmitida ainda são desconhecidos. Uma hipótese é que o novo vírus esteja associado a animais marinhos. Entretanto, ao menos duas pesquisas apontam outras possibilidades: uma delas cita a cobra e, outra, os morcegos.

Cobra chinesa (Bungarus multicinctus) que pode ter carregado a nova cepa do coronavírus — Foto: LiCheng Shih/CCBY2.0

Cobra chinesa (Bungarus multicinctus) que pode tercarregado a nova cepa do coronavírus —Foto: LiCheng Shih/CCBY2.0

4. Onde estão as infecções?

A maioria dos casos está na China, mas há registros em dezenas de países em 4 continentes.

Na China, a doença foi registrada em todas as províncias do país, incluindo o Tibete, a última a registrar casos. A maior parte dos infectados estão na província central de Hubei.

5. Onde ocorreu a primeira morte?

Na China, em 9 de janeiro. Um homem de 61 anos foi a primeira vítima. O paciente foi hospitalizado com dificuldades para respirar e pneumonia grave, e morreu após uma parada cardíaca. Naquele momento, 41 pessoas já haviam se infectado.

https://g1.globo.com/bemestar/coronavirus/noticia/2020/02/27/o-que-se-sabe-e-o-que-ainda-e-duvida-sobre-o-coronavirus.ghtml

6. Como ocorre a transmissão?

As pesquisas apontam que a primeira transmissão ocorreu de animal para humano. E depois passou a ocorrer de pessoa para pessoa. O que ainda precisa ser esclarecido, de acordo com o infectologista Leonardo Weissmann, é a capacidade de transmissão.

“O vírus é da mesma família dos coronavírus, mas, por ser novo, não se sabe quão contagioso ele é. Sabemos só que as pessoas foram até o mercado da China. Mas qual é o nível de contágio? Pode ser só via aérea, secreções?” – Leonardo Weissmann. infectologista.

Cientistas do Colégio Imperial de Londres estimaram que a taxa de transmissão do novo coronavírus entre humanos é de duas a três pessoas para cada paciente infectado. O relatório, divulgado em 25 de janeiro, é preliminar e foi feito a partir de modelos computacionais baseados em dados de epidemias anteriores.

Raio X do novo coronavírus — Foto: Amanda Paes e Cido Gonçalves/Arte G1

Outro ponto ainda a esclarecer está relacionado ao perfil dos pacientes. Ao menos três estudos científicos já divulgados apontam que homens idosos com problemas de saúde são os mais vulneráveis. A idade média das primeiras vítimas era de 75 anos, segundo o Comitê Nacional de Saúde da República Popular da China. Enquanto isso, um artigo divulgado na sexta (24) na revista “The Lancet” mostra que a maioria dos sobreviventes tem até 49 anos e é saudável.

7. Quais são os sintomas?

Foram identificados sintomas como febre, tosse, dificuldade em respirar e falta de ar. Em casos mais graves, há registro de pneumonia, insuficiência renal e síndrome respiratória aguda grave.

8. É um vírus que vem pra ficar ou vai ‘desaparecer’?

Não se sabe ainda. Alguns vírus, como o da catapora, não voltam a causar a doença novamente após uma primeira infecção.

No caso do vírus da zika, por exemplo, o corpo responde e a mesma pessoa não passa a ser afetada novamente, o que gera uma redução natural no número de casos.

A ciência ainda precisa estudar se o 2019-nCoV gera uma resposta imune definitiva ou se uma pessoa pode ser infectada mais de uma vez.

9. Há vacina disponível?

Ainda não há vacina disponível. A Coalizão de Inovações em Preparação para Epidemias (Cepi) – grupo internacional para o controle de doenças – anunciou um fundo para apoiar três programas de desenvolvimento de vacinas contra o 2019-nCoV, o novo coronavírus. A Rússia também informou que busca uma vacina para o vírus. Um grupo de cientistas americanos anunciou que deve começar a testar as vacinas em três meses.

10. Qual é o status de transmissão entre países?

A OMS declarou em 30 de janeiro que os casos do novo coronavírus 2019 n-CoV são uma emergência de saúde pública de interesse internacional, não pelo que ocorre na China, mas pelos registros em outros países. Com isso, uma ação coordenada de combate à doença deverá ser traçada entre diferentes autoridades e governos.

Esta foi a quinta vez que a organização decretou estado de emergência global para uma epidemia viral. As decisões anteriores foram tomadas para o zika vírus, a gripe H1N1, a poliomielite e o ebola.

A OMS diz que entende como “emergência pública internacional” apenas “eventos extraordinários”, quando há um risco para a saúde pública em outros países devido à propagação de doenças, exigindo uma ação coordenada.

Supõe uma situação “grave, repentina, incomum ou inesperada, que tem repercussões para a saúde pública além das fronteiras nacionais do Estado afetado e que pode exigir uma ação internacional imediata”.

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